segunda-feira, outubro 30, 2006
quinta-feira, outubro 26, 2006
Atividades pendentes -
Este final de semana realizei várias atividades. Dentre elas algumas considerações:
1) a respeito das dúvidas e certezas que elaboramos na etapa presencial em Ctba, cabe ressaltar uma delas que diz respeito ao processo subliminar que efetivamente se dá na relação entre mídia televisiva e telespectadores. A partir de algumas leituras, fica caracterizado a não imparcialidade destes meios de comunicação de massa. Isto, como dito anteriormente, se visualiza mais claramente em momentos como este, de efusão das candidaturas e planos de governo, que acometem toda a população brasileira.
2) a análise do que é e como se fundamenta o processo de aprendizagem através de Piaget.
terça-feira, outubro 24, 2006
Veio a "acalhar".........
Neste tempo próximo ao período eleitoral, e realizando algumas atividades de pesquisa e leitura acerca do tema MÍDIA TELEVISIVA, encontrei um texto deveras interessante, que foi escrito ainda em 2005 com o seguinte título: PODER E [IM]POTÊNCIA DA MÍDIA: A ALEGRIA DOS HOMENS TRISTES, que está disponível no seguinte endereço: http://www.oestrangeiro.net/index.php?option=com_content&task=view&id=53&Itemid=51. O autor faz uma análise e relação da mídia televisiva e seu papel preponderante na sociedade ao processo eleitoral. Vejamos o que se segue: "Principalmente quando o foco dos debates é posto sobre a mídia televisiva e seu poder de designação, destaca-se o privilégio dado por ela ao entretenimento e à produção de recortes bastante redutivos da realidade conforme as representações dominantes (que coincidem com os interesses dos grupos que encontram no espaço público as condições da própria legitimação), com o concomitante recuo em relação aos temas mais problemáticos que fariam dela um veículo democrático de educação e conscientização das massas." . A mídia televisiva faz uma interação que deveria ser imparcial, tendenciosa à produção destes recortes em benefícios de determinadas instâncias. As representações dos dominantes perfazem a perpetuação de uma situação de "alegria de poucos".


